
Resposta rápida
O custeador é quem paga a sua viagem aos EUA: pode ser você mesmo, um familiar, o empregador ou alguém que mora nos Estados Unidos. No DS-160 você indica quem paga; se for outra pessoa, informa nome, parentesco e contato. O patrocinador costuma apresentar carta e comprovação de renda.
"Custeador" (ou patrocinador) é quem paga a sua viagem aos Estados Unidos. Parece detalhe, mas é um campo do DS-160 que o cônsul cruza com a sua renda e o seu roteiro.
Quem pode ser o custeador
- Você mesmo — o mais comum.
- Um familiar — pai, mãe, cônjuge, filho.
- Seu empregador — quando é viagem a trabalho (aí é perfil B1).
- Alguém nos EUA — parente ou amigo que convida e se oferece para pagar.
- Uma empresa ou organização — em casos de evento, curso, missão.
O que o DS-160 pergunta
No formulário há a seção "Person/Entity Paying for Your Trip", com opções como:
- Self (você)
- Other Person (outra pessoa — pede nome, parentesco, endereço, telefone)
- Present Employer
- Employer in the U.S.
- Other Company/Organization
Marque a opção verdadeira e coerente com a renda que você declarou no mesmo formulário.
Documentos do patrocinador
Não há modelo oficial obrigatório, mas o custeador costuma apresentar:
- Carta declarando que vai custear a viagem — quem é, parentesco, período, e que assume as despesas.
- Comprovação de capacidade financeira — extratos, holerites, ou declaração de Imposto de Renda.
Erros que derrubam
- "Self" com renda incompatível com o custo da viagem, no próprio DS-160.
- Patrocinador nos EUA parente próximo, sem os seus vínculos com o Brasil bem demonstrados — reforça a dúvida de imigração.
- Contradição entre o que você fala na entrevista e o que está no formulário (você diz que o pai paga, mas marcou "Self").
- Inventar um patrocinador para "parecer" mais forte.
O custeador não substitui os seus vínculos
Ter quem pague a viagem responde a uma pergunta ("você tem como bancar?"), mas não responde a principal: você vai voltar ao Brasil? Isso continua sendo avaliado pelos seus vínculos — emprego, família, patrimônio. Antes de agendar, a análise de perfil gratuita mostra se esse ponto está frágil.
Resumo
- Custeador = quem paga a viagem: você, familiar, empregador ou alguém nos EUA.
- No DS-160, marque a opção real e coerente com a sua renda.
- Patrocinador apresenta carta + comprovação financeira.
- Ter custeador não dispensa provar que você tem motivos para voltar.
As telas e opções do DS-160 podem mudar. Confirme no site do consulado dos EUA no Brasil.
Perguntas frequentes
- O que preencher no DS-160 em 'quem paga sua viagem'?
- As opções são, em geral: você mesmo (Self), outra pessoa (Other Person), seu empregador atual, um empregador nos EUA ou outra empresa/organização. Marque a que corresponde à realidade — e coerente com a renda que você declarou.
- Um amigo ou parente nos EUA pode ser meu custeador?
- Pode, mas isso pede atenção. Um patrocinador nos EUA, sobretudo parente próximo, pode reforçar a dúvida do cônsul sobre intenção de imigrar. Nesse caso, os seus vínculos com o Brasil precisam estar ainda mais claros.
- Que documentos o custeador apresenta?
- Uma carta declarando que vai custear a viagem (com dados e parentesco) e comprovação de capacidade financeira: extratos, holerites ou declaração de Imposto de Renda. Não há modelo oficial obrigatório.
- Posso marcar 'Self' mesmo sem ter muita renda?
- Só se for verdade e sustentável. Marcar 'Self' com renda incompatível com o custo da viagem no próprio DS-160 é uma das incoerências que mais chamam atenção do cônsul.
- Quem é o custeador de uma criança?
- Normalmente os pais ou responsáveis. No DS-160 do menor indica-se 'Other Person', com os dados do pai, mãe ou responsável que paga a viagem.



